Viver é o sem sentido
consentido e concedido
sem fins e inícios
em infinitivo infinito.
Alguns procuram fins lucrativos,
outros o fim sem fim,
muitos a metafísica dos princípios.
Eu sigo errante,
por certa errada direção,
em busca de mim,
das subjetivas erratas em construção,
enxergando que não enxergo o caminho.
Sou faísca de tempo
em sem tamanho universo
que habita o fora e o dentro.
Em constante onisciência,
habito o pretérito de meu ser
ao ser grande e pequeno,
ao estar e não estar aqui, ali e acolá,
apenas a transitar a pé pelo trânsito
do caos a sempre me habituar.
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