Não estou aqui há muito tempo.
Em verdade, não sei se algum dia já estive...
Aliás, onde é o "aqui"?
Ele existe de fato?
Este aqui...
Esse aqui...
Aquele aqui...
Cá...
Lá...
Acolá...
Estou diluído no universo.
Sou etéreo.
Voando sob o asfalto,
como um anjo torto de asa quebrada,
em minha (in)existência vã.
Sou viajante cósmico.
A viajar, viajar...
A vagar, vagar...
No exorcismo de mim mesmo, sou o Cubas da triste figura em busca do emplasto Graal que cure minhas feridas e dores... "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico, como saudosa lembrança", esses poemas e textos poeirentos e deveras melancólicos...
domingo, 9 de abril de 2017
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