Pueril és meu pranto que a ti pariu.
Nasceste tu desse estranho ardil.
Meu canto se entoa sem a mínima inspiração,
talvez porque sinto um breve frio de senão.
Oh, musa!
Donde estais na hora em que mais necessito de ti?
Fugiste por entre meus dedos escorregadios
e foste embora, rumo a locais vazios.
Retorne, pois.
Necessito de sua inspiração antes que seja engolido pelo depois.
Triste, sigo na tristeza da desesperança,
à procura da luz, de uma breve chama,
algo que irradie meu coração pesaroso mergulhado na lama.

Nenhum comentário:
Postar um comentário