segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Rocha Sapiens


Glauber é um leão de sete cabeças.

É o dragão da maldade de cabeças cortadas a anunciar o câncer que toma as Amazonas.

É o santo guerreiro da Terra do Sol.

É claro, é a idade da Terra em transe, é um Barravento.

É Deus e o Diabo no pátio da história do Brasil ou do Maranhão em 66.

É adorado por Jorge Amado no cinema e por Di Cavalcanti na abertura das cartas ao mundo.

Fez-se do século do cinema à revolução do Cinema Novo junto das armas e do povo com a cruz na praça em 1968.

É, acima de tudo, a revisão crítica do cinema brasileiro.

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