Glauber é um leão de sete cabeças.
É o dragão da maldade de cabeças cortadas a anunciar o câncer que toma as Amazonas.
É o santo guerreiro da Terra do Sol.
É claro, é a idade da Terra em transe, é um Barravento.
É Deus e o Diabo no pátio da história do Brasil ou do Maranhão em 66.
É adorado por Jorge Amado no cinema e por Di Cavalcanti na abertura das cartas ao mundo.
Fez-se do século do cinema à revolução do Cinema Novo junto das armas e do povo com a cruz na praça em 1968.

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