
Os sabores da infância:
as inocentes brincadeiras com os amigos,
o choro pelos primeiros machucados,
a puerícia do primeiro pegar na mão de uma garota,
a ingenuidade se tornando marota.
Por que tais sabores não retornam ao paladar jamais?
Eles deveriam ser imortais...
Não poderiam nos abandonar nunca mais...
Nesse universo onde habitamos,
onde abraços não nos damos,
o futuro é o passado
e o passado é o esquecimento.
Não há ressarcimento...
Não há ressurgimento...
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