Uma dor intermitente assola minha carapaça inconsciente.
Encerro com minha vida todos os dias muito vagamente.
Sinto-me qual um inseto em um universo de faz de conta,
imerso em uma paródia de um mundo a parecer afronta.
Não compreendo o rito de passagem,
não me insiro na cafajestagem.
Quem sou eu?
Uma barata ou um homem?
Quem pisa ou quem é pisado?
Dominante ou dominado?
Alienante ou alienado?
Subitamente questiono as certezas do mundo
e procuro entender as dúvidas de minha persona,
envolta por máscaras e hipocrisias em um vidro de redoma.
Sigo solitário em uma estrada fantasmagórica e não chego ao fundo,
Canhestro como quem se sente imundo.
Quem pisa ou quem é pisado?
Dominante ou dominado?
Alienante ou alienado?
Subitamente questiono as certezas do mundo
e procuro entender as dúvidas de minha persona,
envolta por máscaras e hipocrisias em um vidro de redoma.
Sigo solitário em uma estrada fantasmagórica e não chego ao fundo,
Canhestro como quem se sente imundo.

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