O velho manco chorava.
O jovem chorão mancava.
O verso de solidão os marcava.
A vida marejava de ambos de forma tácita.
Nunca se encontravam, apesar de pai e filho serem.
Nada os mudava, nada os ligava.
O velho manco chorava.
O jovem chorão mancava.
O pai na cama ficava.
O filho lágrimas derramava.
O pai não mais ralhava.
O filho jamais se revoltava.
Nada os mudava, nada os ligava.
O velho manco chorava.
O jovem chorão mancava.
E nenhum deles se comunicava.
O jovem chorão mancava.
O verso de solidão os marcava.
A vida marejava de ambos de forma tácita.
Nunca se encontravam, apesar de pai e filho serem.
Nada os mudava, nada os ligava.
O velho manco chorava.
O jovem chorão mancava.
O pai na cama ficava.
O filho lágrimas derramava.
O pai não mais ralhava.
O filho jamais se revoltava.
Nada os mudava, nada os ligava.
O velho manco chorava.
O jovem chorão mancava.
E nenhum deles se comunicava.
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