“Ouça-me bem, amor. Preste atenção, o mundo é um moinho. Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos. Vai reduzir as ilusões a pó.”
(Cartola na canção O mundo é um moinho)
O mundo segue em seu eterno retorno infindável.
Seguimos com ele até que nossa existência se torna descartável.
Nesse ínterim, nossos sonhos são construídos para serem destruídos.
Como pode o homem nascer tão frágil e morrer também tão frágil?
É o ciclo que cumprimos em nossa pequena estada na Terra.
Matamos, roubamos, enganamos, fazemos mal uns aos outros.
Esse é nosso círculo vicioso sem fim.
Não vivemos como deveríamos.
Apenas nos arrependemos durante o adeus.
É tarde demais, não há mais volta.
O ciclo se cumpriu sem nem nos apercebermos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário