Gritos.
Sangue de meninos.
Sonhos destruídos.
Morte.
Vórtice.
E meus poemas destituídos
de política.
Sangue de meninos.
Sonhos destruídos.
Morte.
Vórtice.
E meus poemas destituídos
de política.
No exorcismo de mim mesmo, sou o Cubas da triste figura em busca do emplasto Graal que cure minhas feridas e dores... "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico, como saudosa lembrança", esses poemas e textos poeirentos e deveras melancólicos...
Quem luta com monstros deve ter cuidado para não se tornar um monstro. E se olhas demoradamente um abismo, o abismo olha para dentro de ti. ...
Um comentário:
Se este poema não é político, talvez v. esteja seguindo a "linha Ferreira Gular" (rs). Mas está exatamente na negação, a afirmação do que ele é. Gostei bem! abs
Postar um comentário