Não irei mentir, vivemos em um mundo de idiotas, infelizmente. Os tempos mudaram bastante, e para pior. As pessoas matam-se umas às outras sem motivos aparentes, apenas por gozo próprio. Hoje não se pode confiar nem mais na família, a instituição máxima da sociedade. São tempos difíceis que havemos de superar, caso queiramos prosseguir com a dominação desse planeta pestilento. Estamos caminhando aos poucos para nossa auto-destruição. Parece que estamos a levar a Teoria Darwinista a sério, lutando pela sobrevivência totalmente ao pé da letra. É uma simples questão de semântica e não de biologia ou qualquer ciência social que se preze. Como dizia, estamos nos matando e para isso é melhor utilizarmos de bombas atômicas de uma vez. Assim, acabamos com nossa inútil e patética existência e deixamos as baratas a dominarem o mundo, quem sabe elas não se mostrem mais civilizadas. É uma coisa a se refletir bastante. Quem sabe se as pessoas deixassem de ser tão inúteis e idiotas, lessem mais, se interessassem mais por política, por seus direitos, respeitassem mais o direito alheio. Lamentavelmente acho isso impossível e apesar de saber que julgames pessimista e louco, caro leitor amigo, digo a ti que estamos mesmo destinados à uma espécie de limbo reservado apenas às almas mais inúteis, como a maioria das pertencentes à raça humana.
No exorcismo de mim mesmo, sou o Cubas da triste figura em busca do emplasto Graal que cure minhas feridas e dores... "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico, como saudosa lembrança", esses poemas e textos poeirentos e deveras melancólicos...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
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