Nessa cidadela
de liberdade em clausura,
espero por ela,
musa que vem junto
da brisa de amor.
Os muros de opressão
são deveras obscuros.
Os homens que a meu lado passam
são deveras taciturnos.
Tácito é meu pranto
regando as flores
que para ela plantei na janela,
à espera de sua chegada.
No exorcismo de mim mesmo, sou o Cubas da triste figura em busca do emplasto Graal que cure minhas feridas e dores... "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico, como saudosa lembrança", esses poemas e textos poeirentos e deveras melancólicos...
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
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